lang
 
Search
A A A
Estou em:   Home
  |  Entrar

Detalhes


Reformas priorizam interesses do poder econômico, não do trabalhador e do Brasil

Untitled Document
Reformas priorizam interesses do poder
econômico, não do trabalhador e do Brasil
 
Mais de 14 milhões de desempregados. Cerca de 10 outros milhões em situação de subemprego. A situação econômica brasileira é tão crítica que perto de 60 milhões de pessoas estão com o nome sujo na praça.

A resposta do governo para dados tão alarmantes são as reformas trabalhista e Previdenciária.

Ora, entidades idôneas e imparciais afirmam que, em tal cenário (com a reforma trabalhista, em especial), o trabalhador pode perder até 30% de sua renda.

Não é preciso muito esforço matemático para saber que esses 30% a menos influenciarão negativamente a arrecadação de impostos, a Previdência e, principalmente as condições de consumos das famílias.

Isso significa, portanto, aperto no orçamento da União, em especial para setores importantes como o da saúde, educação, infraestrutura e – posso afirmar como especialista na área – nos esportes, que reúnem condições de combater a violência e levar bem-estar à sociedade.

Assim sendo, a conclusão que se chega é que as reformas só interessam às classes dominantes e jamais ao trabalhador, que exercerá funções com até 12 horas de jornada e permanecerá em péssima situação financeira.

No último dia 12 de julho, o Ministério Público do Trabalho pediu ao presidente Michel Temer que vete a reforma trabalhista, afirmando que "caso as mudanças sejam sancionadas, pode entrar com uma ação de inconstitucionalidade junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) ou questionar na justiça os pontos que violam a Constituição.

Assim como as centrais sindicais, o MPT diz que a reforma seria inconstitucional por não ter sido realizado amplo debate com a sociedade e também por violar tratados de direitos humanos do trabalho.

Algo precisa ser feito. E esperamos que o presidente Michel Temer tenha tal sensibilidade.

José Antonio Martins Fernandes
Presidente do Sinpefesp e da FEPEFI

Escrito por: caz.sinpefesp
Postado: 13/07/2017
Número de Visitas: 153

Return